publicado por Otto | Domingo, 27 Novembro , 2011, 13:57

Saudações!

 

Já tenho visto várias actuações de bandas umas mais, outras menos, conhecidas...mas sempre em festas regionais ou bares, teatros até...Nunca tinha presenciado algo em grande escala...No entanto no dia 11 de Novembro isso mudou!

 

Num Pavilhão Atlântico com cerca de 18 mil pessoas tive o prazer de assistir ao vivo, e a escaços dois ou três metros do palco o concerto dos Scorpions, inserido na sua tour de despedida dos palcos...

 

Como é um concerto destes? Bem...Primeiro há uma espera...uma espera que parece interminável para entrar dentro do recinto!
Em busca de bons lugares fomos para a fila ás 15.30h sensivelmente, e claro, não eramos os primeiros a lá chegar! Havia já uns três grupos de pessoas relativamente bem compostos...pessoal dignamente "equipado" com camisolas e afins referentes aos Scorpions, nós...bem...estávamos completamente à civil! Não por querer, mas porque não possuimos mesmo qualquer roupa ou adereço alusivo à banda!
Os primeiros minutos...eh pá, custaram a passar...ora em pé, ora sentados...lá iamos conversando, mandando umas piadas...e de vez em quando olhava-se para o relógio "PORRA...SÓ PASSARAM TRÊS MINUTOS!!!"...pois é...Junte-se a isto o facto de graças à greve da CP (CROMOS, adiantou-vos um grosso pararem os comboios...zzzzzzzz), estarmos a correr o risco de ter de ficar a pernoitar ao relento em Lisboa pois não sabiamos se iamos conseguir apanhar o expresso a tempo!
Os minutos foram passando e finalmente era a hora de entrar...Durante a tarde fomos ser constantemente avisados pelos seguranças de que a polícia iria revistar as nossas mochilas e que não podiamos entrar com isto e com aquilo...mas bem....a verdade é que NINGUÉM quis saber do que eu levava dentro da mochila....curioso não é? Pobre garrafa de água que deitei fora...podia ter ido tão bem dentro da mochila...fez muita falta depois de sair do concerto!
Após "picarem" virtualmente o bilhete lá entrámos, andando calmos e serenos na direção do palco, enquanto a multidão louca por ficar em cima de Klaus e companhia ia correndo para conseguir o melhor lugar...mas bem, a verdade é que mesmo andando devagar devagarinho conseguímos ficar a escassos dois/três metros do palco...emocionante...perfeito!
Da entrada até ao inicio do espectáculo ainda esperármos quase duas horas talvez, sempre com uma banda sonora relativamente aceitável, com nomes como Mão Morta, AC/DC, Greenday, Metallica...eram bons teasers para o arranque do concerto! E foi durante uma música dos Metallica, Enter Sandman, que vi algo assustador...a Lili Caneças! É verdade, a tia de Cascais apareceu no Pavilhão Atlântico para ver os Scorpions...quem diria?
Cerca das 21.15h o espectáculo a sério começou...os riffs iniciais de Sting in a Tail provocaram-me uns arrepios daqueles...eram os Scorpions, a tour de despedida...e eu estava lá! Nas duas horas seguintes a banda revisitou grandes temas que fizeram história no passado, tais como Wind of Change, Holiday, Still Loving You, Blackout, a imortal Rock You Like a Hurricane...e temas do último albúm, tais como Raised on Rock ou a marcante The Best is Yet to Come!
O fabuloso espectáculo durou duas horas...e eh pá...épico! Depois foi sair a correr para apanharmos a nossa boleia para a estação da Rede Expressos para retornar a casa...após um dia para recordar até ao final dos tempos!
A todos, um bem haja
PS: Não sei porquê a formatação do texto anda a não deixar espaçamento entre os parágrafos sempre depois de inserir uma imagem...e fica assim tudo encavalitado, facto a que sou alheio, I guess.

 

música: The Best is Yet to Come - Scorpions
sinto-me:

publicado por Otto | Sexta-feira, 18 Novembro , 2011, 14:16

...literalmente!

 

Saudações malta!

 

A eutanásia é um tema polémico e nem vou estar aqui a dizer que sou a favor ou contra, no entanto há uns tipos que querem levar a ideia muito ao extremo...

 

A Montanha da Eutanásia foi concebida com o intuito de matar os seus passageiros...sim, matar! Ok, numa Montanha Russa convencional também se pode morrer, mas isso é em caso de acidente basicamente, na Montanha da Eutanásia o acidente seria sair de lá vivo!

 

A mente por de trás deste "mortal" projecto é Julijonas Urbonas, e diz que o objectivo é morrer com "elegância e euforia" segundo palavras do próprio!

 

A viagem de 7,5km , com a duração de pouco mais de três minutos, para a morte começa com uma subida de 510m onde os passageiros têm dois minutos para pensar na sua vidinha...ou não se já forem em estado vegetal, depois segue-se uma queda de 500m onde os passageiros atingem a velocidade de 360km/h..."nada de mais", um Bugatti Veyron dá mais de 400km/h, acontece que no fim dessa queda há uma série de 7 loopings onde o diâmetro vai diminuido, isto provocará forças de 10g aos passageiros...que é coisa para se começar a perder a visão, sentidos, não ter oxigénio no cérebro...e acabar por morrer!
É de referir que se espera que os passageiros faleçam ao primeiro looping, sendo que os outros estão lá para....errr...garantir que o trabalho fica bem feito! How awkward is this...
Claro que já há associações contra esta "diversão"...E se o projecto avançar é coisa para causar mesmo muita polémica!
A todos, um bem haja
música: Voices - Rev Theory

publicado por René | Quarta-feira, 02 Novembro , 2011, 23:42

Hoje vou falar de algo que me apaixona todos os dias, além da noiva, os automóveis… doravante, volta não volta, irei falar acerca de carros, velhos, novos, clássicos ou prontos para o abate, automóveis que já conduzi (ou outro elemento da equipa do blog), falar-se-á dos pontos fortes, fracos, consumos estéticos (levanto em conta a época do automóvel, e os conceitos mais modernos, no caso do teste a um carro não novo), etc...

 

O carro que hoje vou falar, foi o meu primeiro carro, Honda Concerto 1.4 GL, nem o mais curto, nem o mais longo, era o médio, não há muito a dizer, salvo erro, é um 1400 cm3, com 90 cv, com carburador duplo, e por falar no carburador, lembro-me de uma vez um colega meu teimar que o carro só tinha 75cv, e carburador simples, lá abri o capô, e garantidamente que se ele tivesse um buraco, tinha-se escondido lá dentro quando leu: ”DUAL CARB”… foi uma situação engraçada, é o que dá termos a mania que sabemos mais do que os outros… enfim o meu veículo tinha ainda a particularidade de estar a GPL (Gás Petrolífero Liquefeito), o que, não sei ao certo porque, levou o meu carro a passar o seu próprio limite, uma vez que o motor não cortava (não limitava as rotações do motor como habitualmente acontece, e deveria acontecer no caso, por volta das 6000/7000 rpm), e o ponteiro das rotações, encostava em baixo, no tablier, ultrapassando as 8500 rpm, portanto, o tablier era o limite… costuma-se dizer que o céu é o limite, no caso, era mesmo o tablier…

 

Quanto a equipamentos, tinha vidros elétricos, teto de abrir elétrico, ar condicionado, direção assistida, e acho que pouco mais… Seja como for, era um carro para apreciar a condução, não as mordomias, e a verdade, é que para amantes da condução, aquele carro estava, para a sua época, muito próximo da perfeição. Porquê? Bem, era um pequeno familiar, capaz de rivalizar em termos de capacidades de utilização diária com ícones como o Golf III, Escort, e outros, e supera-los pela sua capacidade de se transformar de um familiar pacífico num agressivo desportivo de 5 portas, quando passávamos a barreira das 3500/4000 rpm. A verdade é que nunca percebi bem se o Honda Concerto foi feito para ser um familiar com apetências desportivas e de competição, ou se, pelo contrário foi construído para o prazer da condução de um desportivo, com capacidade para ser um familiar digno desse nome…

 

Seja como for, a nível estético, podemos dizer que é um carro que ainda hoje se “papa”, se estiver bem estimado, tem uma linha agressiva e reta, clássica, mas ao mesmo tempo, muito moderna para a época, porque era muito quadrado, mas ao mesmo tempo, aerodinâmico, de facto, como habitual na Honda, o Concerto tinha uma linha um tanto afrente para o seu ano…

 Sobre os consumos, posso dizer que tanto bebia 7L/100, como fazia média de 14, depende do pé, se queremos passear com a família, gasta 7, se quisermos mostrar ao nosso amigo com um Peugeot 1.6HDi que o carro dele não anda assim tanto, bem, aí podem preparar-se para uns 13 ou 14L/100… mas se tiver a GPL, em ambos os casos é um carro económico, e bastante fiável.

 

Podia contar inúmeras experiências que tive com este carro, mas o que vos posso assegurar é que é um carro que se conduz bastante bem, e dá bastante prazer fazê-lo...

 

Conselho: se tiverem ou adquirirem um carro destes, tenham muita atenção á agua, nunca deixem que lhe falte agua, se acontecer, bem, lá se vai a fiabilidade, mas se não faltar nunca, nem o deixarem aquecer demasiado, meus amigos, tem carro para mostrar aos taxistas que não é só o belo do 190d que faz 500mil ou 1 milhão de Km…

 

sinto-me:
música: Queen - Don't stop me now

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